MP denuncia Maguila por Estelionato, falsidade ideológica, fraude bancária, organização criminosa e muito mais...


O Ministério Público em Cururupu denunciou o prefeito de Serrano do Maranhão, Jonhson Medeiros Rodrigues (Maguila), e Leocádio Olímpio Rodrigues, ex-prefeito, por vários crimes cometidos para obtenção de empréstimos consignados.

A denúncia feita na dia 10 contra Maguila, Leocádio e mais 14 pessoas:

  • Ana Célia Diniz de Abreu - Ex-secretária municipal de Assistência Social
  • Andiaria Andrade Carvalho - Ex-coordenadora de Recursos Humanos
  • Antonilson dos Santos Reis - Ex-chefe de gabinete
  • Antônio Carlos Pinheiro - Ex-secretário municipal de Administração
  • Claudio Henrique Bastos Simas - Ex-coordenador de Arrecadação e Tributos
  • Elizandra Santos Oliveira - Ex-secretária de Gabinete do Prefeito
  • Ester Costa Vasconcelos - Ex-coordenadora da Secretaria Municipal de Educação
  • Gediael Pimenta Capim - Ex-secretário adjunto de Administração
  • Márcia Regina de Jesus - Ex-secretária adjunta de Educação
  • Milton Ferreira Garcia - Ex-secretário Topografia Gerral e Áreas
  • Nilson Quadros Castelhano - Ex-secretário municipal de Cultura
  • Nilcelia da Silva Capim - Eex-diretora-geral do Município
  • Pedro Conde Nascimento - Ex-secretário municipal de Obras
  • Vivaldo das Graças Ferreira Rodrigues - ex-tesoureiro

Em fevereiro de 2007, a Prefeitura de Serrano do Maranhão contratou com o atual Banco Original S/A para contratação de empréstimos consignados para os servidores municipais. Por meio de um termo aditivo, a margem de desconto do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais foi elevada de 30% para 50%. O problema é que os servidores falsificavam seus contra cheques para obterem empréstimos mais elevados e sem o intuito de pagá-los. A vasta documentação prova que houve fraude na maioria dos empréstimos e confirma o envolvimento de pelo menos 20 pessoas nas fraudes.

“Tais empréstimos foram realizados com o intuito de jamais serem quitados pelos denunciados, uma vez que a Prefeitura, desde a celebração do contrato, não tinha como repassar os valores ao Banco Matone, pois tais valores superavam o próprio salário dos servidores contratantes”, afirmou o promotor de justiça Igor Adriano Trinta Marques.

De acordo com as investigações do Ministério Público do Maranhão, o total desviado chegou a R$ 264.362,45.